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Resenha - 50 tons de cinza

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Quem disse que amar era fácil? Quem disse que viver numa roleta russa de emoções é algo que esperamos em um relacionamento? Ninguém nunca deu um manual de instruções a Anastasia Steele.

Jovem inteligente, ingênua e doce, Ana precisa entrevistar o jovem bilionário Christian Grey para o jornal da faculdade, o que ela não esperava era que fosse encontrar um lindo homem, enigmático e extremamente atraente.
Após a entrevista e sufocada pelo desejo incontrolável que sentiu pelo bilionário, Ana volta para casa aliviada ao se dar conta que nunca mais verá o enigmático CEO. O que ela não esperava era que dias após o encontro o rapaz iria até o emprego da moça e a deixaria surpresa.

O interesse de Christian e Ana são extremamente opostos, ela deseja um príncipe encantado, entretanto mal sabe que esse príncipe na realidade é um demônio tentando esconder todos os seus temores. Ele deseja uma mulher que ceda a todas as suas vontades, alguém que ele possa fazer o que bem desejar, contudo ela fará questão de quebrar todas as expectativas dele.

Nesse turbulento romance tudo pode acontecer, tudo pode mudar. Escrito pela E. L. James, 50 tons de cinza é best seller em vendas, debates e suspiros da mulherada. Trata de um tema “polêmico” e “erótico” o BDSM. Foi a trilogia que “abriu” a mente das pessoas para livros digamos que hm... mais picantes ( AI CARAMBA).

O romance se desenvolve se forma bem rápida e a evolução dos personagens é incrível, apesar de existir um contrato entre os dois (sim ele tem um contrato redigido), ambos se esforçam e muito para fazer esse compromisso/relacionamento/termo dar certo. Mas será que Christian vai doar tudo de si para a Ana? E será que a Ana vai ser a mulher que o Christian espera? Afinal esse é um romance baseado nas diversidades. Essas são questões que você caro leitor só vai saber quando ler.

Não é segredo que a escritora é uma fã nata de Crepúsculo e que de início a ideia era fazer uma fanfiction da história, foi aí que surgiu os personagens, dado esse fato algumas semelhanças se destacam e com muito vigor como: Christian ser um cara rico, poderoso e querer exercer uma proteção extrema sobre Ana, Ana ser toda desajeitada, de pele clara como a Bela e se apaixonar por alguém que deveria ser impossível. Mia ser imensamente irritante e meiga como a Alice. Christian e Edward tocarem piano. Ambos serem adotados. Os personagens homens serem dominados pelas mulheres. Quererem se afastar para proteger as frágeis amadas. Entretanto gostei muito do fato de a Ana ser parecida com a Bela e ter bem mais sal que ela, ela é doce, encantadora e completamente firme nas escolhas, mesmo que sua mente esteja em uma confusão interna.

Claro que essa não é uma história que agrada a todos, claro que há a polêmica de muitos homens e mulheres dizerem que: “A mulher é muito safada/vad** para querer apanhar de um cara, falta de amor próprio. ” Entretanto grande parte da história deixa bem claro que ele não bate nela fora de quatro paredes e a não ser que ela peça, essa é uma ressalva importante, outro ponto a ser tocado é que esse é um estilo de vida muito praticado e pouco comentado, existe sim na vida real.


Enfim é uma quebra de preconceito essa história, é bem interessante a forma como a escritora tratou do assunto na maioria das vezes me fazendo procurar termos que eu nunca esperei ver, uma leitura cativante, rápida de forma que você vira 1 página e quer ler mais 10. Se eu considero erótico? Já li muitos outros livros que considero muito mais hot. As vezes o excesso de sexo me deixava irritada a ponto de eu querer saber mais sobre a trama e a evolução dos personagens, considero esse primeiro volume da trilogia um livro bom e com uma história que facilmente daria mais dois livros, ou seja, o que acontece só nesse primeiro livro poderia ser dividido em mais dois livros. Vale a leitura, vale quebrar preconceitos. Eu sou Adrielli Oliveira e esse é o meu ACERVO DE HISTÓRIAS.

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4 comentários

  1. Eu sempre vi esse livro com preconceito, confesso, mesmo assim dei uma chance e li e a mágica aconteceu, me vi envolvida na história. A-M-E-I

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  2. Se eu gosto de de 50 tons de cinza. Grey sendo grey super protetor e super controlador . Ana toda delicada virgem e descobrir esse mundo do sexo. Bom achei o ecexo do sexo um pouco desnecessário. Mais a história dos é realmente linda, o crescimento da história e do casal e surpreendente. Eu amei e adoro crepúsculo hehehe.

    Amei sua resenha Dri, como sempre sua resenha está ótima.

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    1. O excesso de sexo realmente uma hora ou outra irrita ai eu pulo ashuahsua. Maaas a história é incrível, poderia dar 6 livros ao invés de três.
      Muito obrigada Raquel, você é muito querida como sempre.
      Beijo

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